Quantos dias por mês você é Católico (a ) ?

Quantos dias por mês você é Católico (a)?

Muitos passam a sua vida dizendo que é católico (a), entretanto, não vivem nem um só dia como católico (a). Se você já foi católico (a) "praticante e fiel" ao menos quando criança lembra-te o que ensina o 2° catecismo da doutrina cristã na página 30, a saber: Para pertencer à igreja católica é necessário ser batizado, professar (isto é, conhecer e praticar) a doutrina e a lei de Jesus Cristo, participar dos seus sacramentos, prestar obediência ao papa e aos legítimos pastores.

  O livro : Sou Católico, vivo a minha fé, 3° Edição, publicado pela CNBB, como " um breve compêndio da fé católica " nos ensina que ser Católico (a)  :

   É Ter uma fé em Deus Pai, Filho e Espírito Santo que tem como fruto uma experiência e uma existência vivida na relação (intimidade) com o Senhor e na obediência à sua vontade. É alimentar a fé na fonte da revelação divina (Sagrada Escritura e Tradição) que é interpretada autenticamente pelo Magistério da Igreja. É viver como Igreja a fé na adesão a Jesus Cristo em obediência à sua palavra. É crer com a Igreja e crer como a Igreja. É viver um processo permanente de conversão rumo à sua plena realização humana e cristã na santidade; para isso, acolhe com gratidão e responsabilidade os ensinamentos, doutrinas, exortações, valores e normas morais ensinadas por Cristo e por sua Igreja, testemunhando-os nos diversos ambientes em que vive não apenas por palavras, mas também por meio da conduta cotidiana. É ter como parte da sua vida a oração pessoal diária e na comunidade também, pois Jesus disse: “sem mim, nada podeis fazer" (João 15, 5), pois é de Deus que vem a graça, que gera e mantém a vida interior e faz o Católico ser fiel à sua palavra e seguir Jesus Cristo, Caminho, verdade e vida. Leia o resumo do mesmo em http://www.basilicadocarmocampinas.org.br/livro_do_catolico.htm  Porém, é melhor comprar o livro em qualquer livraria católica.

  Em outras palavras, ser católico (a) significa: estar comprometido com Jesus, realizar o evangelho na vida, ser fiel a Deus e a igreja durante as vinte quatro horas do dia e em toda parte: no trabalho e no lazer, em casa e fora de casa, na hora de comprar e vender, na vida pública e na vida particular.

  Portanto, o que indica se somos católicos (as) não é o fato de dizermos que somos, mas sim nossa fidelidade a Deus e a igreja. De nada adianta dizermos que somos católicos (as) se não procuramos conhecer e menos ainda viver a vontade de Deus revelada através da bíblia, doutrina e exortações da igreja. De nada adianta dizermos que somos católicos (as) se nossa vida, nossa conduta e ações nos desmentir. Que adianta com a boca dizermos que somos católicos (as) se negamos com a vida? Não basta dizermos que somos cristãos é preciso viver e agir como tal.

  A  fé supõe fidelidade a Deus e a igreja que tem como frutos a caridade, a honestidade, a moralidade... Onde falta a fidelidade e seus frutos, falta também a fé ou esta existe de uma maneira falsa, ilusória e morta. As suas ações são coerentes com a sua fé ou são contra testemunho?

SENDO ASSIM, O QUE LHE IDENTIFICA COMO CATÓLICO (A)?

  Deixemos de sermos  os piores inimigos (as)  da nossa igreja deixando de sermos católicos só de nome ( isto é, desobedientes a Deus e à igreja )  e católicos (as) por tradição, passando a sermos católicos (as) praticantes, obedientes e por convicção. O santo padre, o papa pio Xll, já dizia no seu tempo (1939-1958) que a maior calamidade da nossa época não era o progresso dos maus e sim a  preguiça, o comodismo e a covardia dos bons.

  Ensina a Constituição Dogmática do concílio Ecumênico vaticano ll sobre a igreja "lumem gentium" n° 14: não se salvam os que, embora incorporados na igreja, não perseveram na caridade, e por isso pertencem ao seio da igreja não pelo coração, mas tão somente pelo corpo ... Se não corresponde a essa graça por pensamentos, palavras e ações, em vez de se salvarem, incorrem num juízo mais severo.

  Continua o concílio: É necessário que pela pregação da igreja todos reconheçam Jesus Cristo e a ele se convertam, pois em nenhum outro há salvação atos 4,12; 1° Tm 2, 4-6(cf. Decreto Ad Gentes n° 7), Pois todos devem estar prontos a confessar Cristo perante os homens, segui-lo no caminho da cruz, entre perseguições, que nunca faltam à igreja(cf. lumem gentium n°42) .

  O mesmo concílio incita fortemente os fiéis a participarem ativamente na vida e na ação da  igreja, a nunca se fecharem em si mesmo, isolando-se espiritualmente da comunidade, mas que, nutridos pela participação ativa na vida litúrgica de sua comunidade, habituem-se a trabalharem na paróquia, intimamente unidos a seus sacerdotes, interessando-se pela necessidade (bem) do povo de Deus disperso pela terra. E a conseguirem a vida eterna em favor de todos os homens (cf. Concílio vaticano ll, Decreto Apostolicam Actuositatem  n° 10. 3; joão paulo ll, Exortação Apostólica Chistifideles laici, n° 25. 20. 17).

  O que implica dizer que Igreja é vida em comunidade. Por isso quem é da Igreja participa da sua vida, das suas orações, das suas reuniões, dos seus problemas, da sua missão. Não participar da vida da Igreja é excluir-se da mesma, ser membro da Igreja supõe e envolve união, santidade e espírito missionário (cf. O caminho: síntese da doutrina cristã para adultos, pág 132, Edições loyola).

  Unidos a Cristo e constituídos no Espírito Santo “testemunhas de Cristo ressuscitado" os católicos (as) são chamados a fazer brilhar a novidade e a força do evangelho na sua vida cotidiana, familiar e social. E a manifestar, com paciência e coragem, nas contradições da época presente, a sua esperança na glória " também por meio das estruturas da vida secular", a servirem na caridade e na justiça o próprio Cristo presente em todos os seus irmãos, sobretudo nos mais pequeninos(cf. mateus 25, 31-46; João paulo ll em  Cristifideles laici, n°14; CV  ll  Decreto Ad Gentes, n°21)

  A Sagrada Escritura nos ensina que a salvação eterna não é individualista, Mas sim comunitária (cf. Ez 3, 16-27; tg 5, 20; 1°tm 4, 16; jd 1, 23), como já dizia são João Crisóstomo:

  “NÃO POSSO CRER NA SALVAÇÃO DE QUEM NÃO TRABALHA PELA SALVAÇÃO DE SEU PRÓXIMO” (CF. HOMÍLIA  SOBRE ATOS 20)

  Pesquisado e organizado por: JOSÉ DE AQUINO NETO (CATEQUISTA):

   Fonte: www.larcatolico.com/products/quantos-dias-por-m%C3%AAs-voc%C3%AA-e-catolico-%28a-%29-/


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